E nesse fim de carnaval nao houve serpentina, gente bebada e feliz, sorriso no rosto, sensacao de dever cumprido. O que restou daqueles dois temerosos dias foram apenas lagrimas, perdas permanentes, lembrancas e desventuras. Sei que agora onde ele estiver estara zelando pela famila maravilhosa que deixou aqui. Mas mesmo com o conforto que os catolicos pregam de lugar melhor, ainda sinto a falta desse membro, dessa parte de mim que criou moradia em um lugar distante, onde nunca mais o verei.
“Gostaria de ouvir novamente sua voz, seu riso comportado e, pela primeira vez, suas historias com grandes momentos, ao pe de um tumulo sinto flores e dor, um cântico triste ecoa na lembrança de todos que ali estiveram, ninguém esquecera aquele dia. Dia em que se perdeu um amigo, um amor, um pai,... Um avo”.
Andrea
quinta-feira, 7 de junho de 2007
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